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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Quem é o PIMP ?

Galera depois dessa minha primeira participação no site do BINGARALHO (que ainda esta em Macau ganhando dinheiro jogando no casino VENETIAN) recebi muitas perguntas de quem sou eu e como vim escrever no site do Mr Bingaralho. Bem, ja falei que sou amigo dele e apostamos junto nos casinos mundo a fora. Segue um pequeno texto sobre minha pessoa e meu ultimos relatos aqui.


Quem sou eu? Aquele cara lá na frente. O cara que você queria ser. Como jamais chegará lá, é bem mais confortável acreditar que odeia gente como eu.

Sai do Brasil e vim morar em Londres porque no Brasil ser vencedor é crime. O brasil cultua a derrota como se fosse o caminho pra pureza. Os "politicamente corretos" nos amarram à idade média, adoram viver cercados de coitadinhos. Quero que a pureza se dane. Prefiro ser um vencedor. Por isso me mudei para Londres onde ganho milhões por ano jogando casinos.


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Há alguns anos uma modalidade indefinida apelidada de “esportes radicais” virou drops na boca de todo mundo. Sentado numa cadeira em casa muita gente se acha o Formiga ou Laird Hamilton. Esses nem fazem tanto mal à humanidade. Pior são os que gostam de aparecer.

São os idiotas que desfilam pela praia com suas pipas de kitesurf tão infladas quanto seus egos, expondo todos ao risco da degola pela linha que suporta até uma tonelada; ou ainda os caras que voam por vielas em ralis imaginários expondo a alto risco os pedestres, ou pior ainda: os safados que oferecem atrações como bungee-jumps sem se preocupar com a segurança de quem deseja apenas se divertir.

Infelizmente a prática desses chamados “esportes radicais” sem responsabilidade com a segurança alheia nem com a própria segurança causa mais vítimas a cada dia e atrapalha a vida de quem é de fato esportista e toma todos os cuidados necessários.

Se você quer ser radical, faz que nem esse cara aqui. Vai pro alto de uma montanha e se atira. Esse cara é radical.


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É impressionante como não dá mais para se acreditar em nada. Médicos, por exemplo. A primeira profissão na história, depois da prostituição, resolveu colocar em prática o termo “vida fácil”, o que as meninas nunca de fato conseguiram. Você entra numa clínica hoje para uma consulta, tem um a diagnóstico baseado em evidências superficiais e o cara faz de tudo para que você gaste o seu tempo com o máximo de exames, de sessões de fisioterapia, tome inúmeros remédios e se possível realize alguma cirurgia, de preferência com alguma UTI. Em todos esses procedimentos citados, eles receberão gordas comissões. Você que se ferre.

Quando construí minha casa de Búzios, um fiscal do CREA apareceu por lá cobrando uma taxa pela obra. Aproveitei que ele estava na minha casa e que eu iria ter que desembolsar uma grana e pedi umas orientações. Ele disse que era só fiscal, não podia ajudar. Mandei chamar um arquiteto ou engenheiro do CREA. Ele continuou dizendo que a taxa não me dava esse direito. Ou seja, o pagamento nada mais foi que extorsão. Isso vale para todas as entidades de classe.

Tenho um amigo que tem talento para tocar trompete em qualquer banda de jazz do mundo e se recusou durante muitos anos a pagar a Ordem dos Músicos do Brasil, até o dia em que o caldo realmente engrossou. Ele fez uma prova ridícula, pagou uns trocados e virou “oficialmente” músico.

Isso sem falar dos poderes legislativo, judiciário e executivo, em todas as esferas, ninhos de ratos que se proliferam sem fim. Por isso acredito apenas em relações profissionais que envolvam dinheiro de forma explícita. Você paga e sabe porque está pagando. Você recebe e sabe porque está recebendo.

Viva as putas.


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Se você gosta de seu chefe, peça demissão agora porque algo muito errado está acontecendo. Chefes existem apenas para serem odiados.

Eles vão fazer sempre tudo para acabar com sua carreira, com a sua vida. Não se iluda. Use-os apenas como escada. Ou torture-os. Com calma, muita calma.


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Foi sinistro, muito sinistro. Todo controle escorregando, indo pra cucuia. Sem cerimônia, Estefânia contou que sabia da aposta. Jogo sujo. Pesado. Eu mataria sem a menor hesitação o cara que fez isso.

Estefânia jogava na minha cara sem pena toda sua raiva. O vento de sua boca me deixava sem respirar. Foi ela mesma quem me salvou. A saliva que batia no meu rosto, o corpo dela nervoso balançando os peitos, a cena toda me encheu de tesão.

Colei nela com vontade: "Racha comigo". Ela calou a boca. Ficou transfigurada. "Você está me chamando de puta?". A Carol surgiu do nada na varanda. Ganhar a aposta era mais importante do que receber a grana, do que transar com a Estefânia. Prometi a mim mesmo que se não desatasse o nó, nunca mais entraria no banco.

A Carol pegou a Estefânia nos braços. Não tive reação. A Estefânia chorava muito.

Um dado, porém, me deixou feliz. Notei que a Estefânia estava evitando contar a verdade. Não olhava para mim. A Carol perguntou se tinha a ver com o namorado. Balancei a cabeça negativamente, ela pediu pra eu não ligar porque a fase que a Estefãnia estava passando era muito difícil. Achei melhor ir embora.


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Pra me inspirar recorri ao ídolo supremo Frank Sinatra e toda a corja fantástica do Rat Pack. Hoje a gente é obrigado a ver um monte de débil mental com agulhas espetadas pelo corpo pra dizer que são rebeldes. Nenhum som tocou no meu Ipod que não fosse Sinatra e sua gangue.

Pra quem não sabe o Rat Pack era uma rapaziada que nos anos 40 e 50 tinha como único objetivo comer todas as melhores e mais famosas da época. Liderados por Sinatra estavam pilantras como Sammy Davis Junior, Dean Martin, Joe Bishop e outros astros. Era o que eu precisava, beber na fonte. Subi com tudo.

Entrei na festa me fazendo de tímido. A Carol me apresentou à irmã. Dei meus parabéns com uma calça da Diesel. A moça pareceu ter adorado. Estefânia pediu licença a uma amiga para me cumprimentar. Disse que ainda estava doída da pedalada.

Nessa hora me bateu uma preocupação: será que ela pensa que está lidando com um amador? Uma mulher como a Estefânia não levanta a bola desse jeito no começo de uma festa. Talvez fosse melhor crer que era agora a hora. Pra mim não. Era fundamental deixa-la ficar presa a teia pra não ter como sair mais. Não havia a menor razão pra entrar de sola numa bola que estava rolando.

Ela se mostrou surpresa com meu presente, logo eu que não conhecia a aniversariante. Dava todas as deixas pra eu entrar de sola. Uma mulher com um nível tão alto sabe que a mínima brecha dada deixa ébrio qualquer cara. Eu tentava ganhar espaço com solidez. Tudo foi acontecendo tão rápido que perdi a linha. Sem ver mais ninguém na festa, me deixei levar pelo perfume e, já na varanda, me aproximei pra beija-la. Estefânia segurou meu rosto, virou pro lado sussurrando no meu ouvido:

"Quanto você acha que uma mulher como eu vale seu safado, babaca asqueroso?".

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Às vezes as coisas podem dar errado. Mas eu não me abalo. Depois de ontem, estou a fim de ganhar mais dinheiro para gastar em algum casino aqui de Londres.

Quando estamos numa regressiva assim, o tempo parece não passar. Dá uma olhada aqui pra conferir minha atuação.

Quem quiser bater de frente, estou dentro. Talvez assim o tempo passe mais rápido.

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Nesses dias eu não conseguia pensar em mais nada. Depois de acordar, continuei na cama. Assisti um documentário sobre o Amarillo Slim Preston. Esse é um coroa que admiro. Faz parte da pequena parcela de pessoas que sabem viver. "O pôquer é um jogo de pessoas... Não importa quais são as minhas cartas, mas sim quem são os meus adversários" é mais do que uma frase sobre um jogo, é a filosofia que adotei para tudo na minha vida.

As cartas estão sempre na mesa, a diferença é quem está jogando.

No banco alguém colou um post-it escrito "7 dias" no meu computador. Queria ver que babaca teria coragem de fazer isso na minha frente. Abri um email do Marquinhos confirmando a festinha de mais tarde.

Dizia também que era preciso eu saber que a Estefânia tinha namorado, um filho de industrial jogador de pólo. Na opinião dele isso não seria um obstáculo intransponível porque o playboy vive viajando e hoje mesmo não compareceria.

O que esse idiota estava falando? Quero que se dane o namorado dela. Tenho uma semana pra encher o bolso de dinheiro. Precisava apenas de mais inspiração. O sal da minha semana foi a grana do bingo na terça pela manhã. Estava chegando a hora do abate.


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Quantas vezes sua mulher ficou de cara fechada e você passou dias para saber o que estava acontecendo e, depois dias, ela te pediu desculpas por que se tocou que não tinha nada a ver ela ter ficado tão chata pelo fato dela achar que estava acontecendo algo que nunca aconteceu?

Garotas de programa não fazem isso.

Garotas de programa costumam ser as mais belas e melhor arrumadas em todos os ambientes onde elas estão. Ainda bem que elas estão em todos os ambientes.

Claro que não estou falando das garotas de programa patricinhas que posam de boas moças e se sentem vitoriosas porque casaram com um babaca rico e se dedicam a desfrutar do dinheiro desse patrocinador, mesmo que em casa sejam humilhadas e desprezadas.

Estou falando das meninas lindas que batalham o dia-a-dia em quartos de hotéis caros, em flats em bairros nobres, em domicílios invejáveis. Não há investimento melhor do que o dinheiro que você deposita numa gata fantástica que vai fazer tudo o que você quer, inclusive sumir quando você estiver a fim que ela suma.

Há muito tempo queria conhecer a Bruna. Alguns amigos tinham comentado dela, a maioria bem. Fui conferir.

A menina é gostosa. Inegável. Quando você a encontra, sabe que vão rolar bons momentos. Ela tem o jeito sacana ideal de quem finge não ser sacana para ficar mais sacana. Ela tem um sorriso bem legal também, um sorriso de quem não tem muitos grilos, de quem sabe bem o que está fazendo.

A parada rolou fácil. Eu também sabia bem o que queria e não fiz a moça perder tempo. Está longe de ser das mais gostosas, o que não significa que não seja bastante gostosa. Rapidamente ela estava me sugando com muita competência. Sem hesitar nem meio segundo, retribui o presente presenteando de graça o que ela me fazia por uma grana muito merecida. Após uns dez minutos, fui pra cima e escondi meu corpo dentro do contraste forte das marcas de biquíni.

A Bruna se empolgou com diversos elogios à minha competência. Deve estar acostumada com uns pregos complexados, porque a gente estava começando, não havia necessidade de tanto entusiasmo. Ainda mais se tratando de uma profissional renomada. Ela riu e, jurando que não fazia para me agradar, repetia as mesmas palavras o tempo todo.

Como sabia que ela iria escrever no blog (post de 15/07) os seus relatórios de alcova, deixei bem claro que não queria nenhum tipo de floreio quanto à minha atuação. Até porque se ela quisesse saber o que é bom mesmo, eu a levaria para um final de semana juntos, com tempo à vontade, sem hora de chegar nem de sair.

O problema é que aí ela não seria uma garota de programa e todo feitiço cairia por água abaixo.

Depois do 69 ela percebeu que eu estava ficando meio decepcionado e veio para cima cavalgar. A moça é de fato bem treinada, recuperou minha vontade, jogou meu tesão lá para cima. Virei ela de quatro. No estado de excitação que eu fiquei nas cavalgadas, o cenário que permanecia na minha frente era de pirar. Fui com tudo pela porta dos fundos até liberar toda a tensão.

Numa ocasião normal eu teria ido embora. Não sou desses otários que toma Viagra para transar com puta para aproveitar mais tempo. Isso me lembra quando eu era criança e comia até morrer no rodízio. Eu queria dar uma e pronto.

A Bruna pediu pra eu ficar mais um pouco. Abriu um vinho até gostoso, conversamos um tempinho. Até então estava valendo. Depois de uns momentos meio insossos, ela tinha se recuperado. Ela chegou a perto fazendo carinhos. Um doce de menina. Pousou a boca com calma, descansando apenas depois de beber tudo o que queria. Nos despedimos carinhosamente. No final das contas eu recomendo essa menina. Ela é top. Do segundo escalão, mas é top.

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